Por Raimundo Correia Lima Júnior*
Neste artigo, iremos abordar a visão inicial da chegada da Inteligência Artificial Generativa. Antes de abordar o tema propriamente dito, gostaria de contar uma breve história que ocorreu comigo…
Há cerca de seis meses, o Projuris começou a implementar a Inteligência Artificial Generativa em sua plataforma.
Quando descobri essa novidade, compartilhei uma matéria detalhada sobre o assunto com um amigo que é advogado.
Ele então me respondeu prontamente: “Isso jamais vai substituir um advogado!”
Após ler sua resposta, eu refleti brevemente e retruquei: “Bem-vindo ao inevitável!”
Essa interação me levou a refletir sobre a relutância generalizada em relação ao uso dessas novas “ferramentas”.
Percebi que essa aversão é uma resposta natural ao desconhecido. Com a introdução do Chat GPT e o aumento na popularidade da Inteligência Artificial Generativa, surgiram questionamentos sobre o quanto essas tecnologias representam uma concorrência para o trabalho humano, uma simples tendência passageira ou uma verdadeira parceria.
Pensando nisso, vamos considerar alguns aspectos relevantes:
1 – Concorrência ao Trabalhador Humano
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- A história mostra que, enquanto novas tecnologias emergem, alguns campos de trabalho sofrem reduções drásticas ou até desaparecem.
- Foi o que aconteceu com os datilógrafos e os fabricantes de carroças, que foram substituídos pelos computadores e automóveis, respectivamente.
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2 – Somente Mais uma Onda, a Famosa “Modinha”
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- Embora surjam tecnologias passageiras, algumas, como as ferramentas de busca, permanecem. O Google, por exemplo, ainda domina esse mercado.
- As IA Generativas emergiram como uma das maiores ameaças ao modelo de busca do Google na última década, fornecendo respostas diretas e rápidas, em contraste com os tradicionais links.
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3 – Parceria
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- A chegada das IA Generativas democratizou e facilitou seu uso, ampliando a necessidade de adaptação.
- No ecossistema da agilidade, adaptar-se é essencial ao lidarmos com novos cenários, processos e ferramentas. No entanto, as IA Generativas não podem ser vistas apenas como mais uma ferramenta no arsenal.
- Elas possuem potencial para aumentar a eficiência individual e também para refinar a eficácia de forma notável.
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Concluindo, o medo de ser substituído ou de investir tempo em uma tendência passageira não deve impedir o uso dessas tecnologias.
Quanto antes integrar a Inteligência Artificial Generativa em suas rotinas e processos, mais rápida será sua adaptação e mais perceptíveis serão os resultados.
Se isso representar uma concorrência, seja ágil e adapte-se o quanto antes à novos nichos de trabalho.
Se for uma modinha, passará sem maiores consequências.
Mas se for uma parceria, colocará você à frente, com um aliado eficiente e eficaz.
Sobre o autor
Com uma trajetória consolidada em Gestão Ágil, meu objetivo é promover a excelência em Gestão de Produtos e Projetos através da aplicação de metodologias ágeis, Lean e Kaizen, enfatizando a otimização de processos e a implementação de melhorias contínuas. Meu foco é estar comprometido em elevar a eficiência das equipes e aplicar práticas de Ágil Escalado para enfrentar desafios em organizações de grande porte. Minha abordagem visa desenvolver ambientes colaborativos que cultivem a inovação e a maturidade ágil, integrando as mais recentes inovações tecnológicas, incluindo Inteligência Artificial Generativa, para impulsionar a transformação digital e alcançar resultados sustentáveis, de alto impacto.
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