O que é Design Sprint?

13 dez 2022 | Cultura Ágil

Por Ana Paula da Silva*

Desenvolvido e popularizado por Jake Knapp no Google Ventures, o Design Sprint é um processo exclusivo de design, que permite responder a perguntas críticas de negócios por meio de pesquisa, ideação, prototipação rápida e testes. Esse brainstorming e formato de tomada de decisão permite o pensamento centrado no usuário e nos ajuda a entender se estamos no caminho certo, desde o início do ciclo de pesquisa e desenvolvimento.

A Sprint original, como escrito no livro de Knapp, é um formato de 5 dias, mas ao longo de anos de experiência e centenas de sprints esse formato foi condensado em 4 dias com alta produtividade. Este artigo tem o foco em apresentar o formato Design Sprint 2.0 de 4 dias.

“É um dos maiores sucessos de estratégia de negócios, inovação, ciência comportamental, design thinking e muito mais — reunido em um processo testado, que qualquer equipe pode usar.” Fonte: Google Ventures

Quais são os Pilares do Design Sprint?
Quais são os Desafios do Design Sprint?
Em Quais Situações o Design Sprint é Efetivo?
Quem Participa da Sessão de Design Sprint?
Quais são as Etapas do Design Sprint?
DIA 1 – Segunda: MAPA & DESENHO DO PROBLEMA E SOLUÇÕES
DIA 2 – Terça: DECISÃO & STORYBOARD
DIA 3 – Quarta: PROTÓTIPO
DIA 4 – Quinta: TESTE
Design Sprint e Lean Inception

 

Quais são os Pilares do Design Sprint?

 

No final do seu Design Sprint de quatro dias, haverá a decisão sobre um plano para o projeto e teremos o protótipo validado usando clientes reais.

PESQUISAS COMPROVAM QUE TESTANDO COM 5 USUÁRIOS CONSEGUIMOS IDENTIFICAR 85% DOS PROBLEMAS.

Fonte: https://www.nngroup.com/articles/why-you-only-need-to-test-with-5-users

O Design Sprint ajuda a comprimir meses de projeto, construção, lançamento e iterações em apenas uma semana. Normalmente, a construção de um produto pode levar tempo, especialmente, na fase de desenvolvimento do código.

Um Design Sprint supera esse processo e vai direto para o teste do usuário, resultando em uma economia de tempo significativa e um lançamento mais rápido para o mercado.

 

Quais são os Desafios do Design Sprint?

 

#1 Soluções simples para problemas complexos:
A principal razão para realizar um Design Sprint é ir atrás do problema mais importante, encontrar todos os pontos problemáticos e convertê-los em insights e soluções valiosas. A metodologia Design Sprint agiliza o processo de desenvolvimento descobrindo vários componentes, testando-os e validando ou invalidando cada um.

#2 Aumentar a velocidade:
A maioria dos produtos passa por meses de iteração quando chega ao mercado pela primeira vez. Com o Design Sprint, você pode acelerar a primeira iteração do seu produto produzindo um protótipo viável em 4 dias.

#3 Minimizar risco
Em vez de investir tempo e dinheiro significativos em um produto que pode ou não funcionar, você pode validar a hipótese em uma única semana. Você então sabe se precisa girar e em qual direção. Você terá uma clara Estrela do Norte e entusiasmo da equipe em torno da ideia.

#4 Colaboração e foco
Quando um grupo diversificado de pessoas com diferentes conjuntos de habilidades trabalha em conjunto para resolver um problema complexo, isso leva a uma compreensão mais profunda e a insights valiosos e quebra os limites entre as diferentes partes de uma organização. Com um foco claro na frente, a quantidade de trabalho que você e sua equipe podem realizar em apenas 4 dias é simplesmente incrível.

#5 Validação imediata
Sprints aumentam sua confiança no ajuste do produto ao mercado, pois você pode obter feedback instantâneo do usuário sobre seu protótipo e tomar decisões informadas. Sprints ajudam a construir produtos que as pessoas realmente usarão.

 

Em Quais Situações o Design Sprint é Efetivo?

 

  1. Lançamento de um novo produto ou serviço que envolve muito tempo e dinheiro;
  2. Melhorando oportunidades para o seu produto;
  3. Resolver um problema com seu produto ou serviço;
  4. Melhorando a experiência do usuário e resultados;
  5. Acelerando o processo de desenvolvimento dos Devs;
  6. Adicionando novas features a um produto;
  7. Criando novas perspectivas quando sua equipe está perdida ou parada.

 

Quem Participa da Sessão de Design Sprint?

 

As sessões de Design Sprint são conduzidas por uma equipe de pelo menos 4 pessoas (idealmente 6 e, no máximo, 8) com uma boa mistura de experiência organizacional, habilidades e personalidade que estão prontas para enfrentar um grande desafio. Montar uma equipe equilibrada é uma necessidade para garantir que o Sprint não saia dos trilhos. Executivos e “especialistas” só precisam estar presentes nos dois primeiros dias do Sprint, que é uma grande mudança em relação ao formato 1.0.

DECISOR
Como o nome sugere, essa pessoa tem mais influência e o maior adesivo de votação mais brilhante. Ele ou ela tem a palavra final ao tomar decisões conclusivas para levar a equipe adiante. Essa pessoa deve ser escolhida no início de um Sprint.

FACILITADOR OU SPRINT MASTER
O Facilitador é alguém que tem experiência comprovada na condução de Sprints e possui a capacidade de gerenciar o sucesso da equipe. Essa pessoa é responsável por manter tudo e todos nos trilhos (equipe do Sprint, especialistas e usuários) e capturar todos os detalhes do Sprint, garantindo que todos estão trabalhando eficientemente em direção a um objetivo comum.

TECH EXPERT
A maioria dos protótipos precisa de algum tipo de talento de engenharia para construí-los e testá-los de forma eficaz. Exemplos: CTO, Engenheiro.

ENTREVISTADOR
Esta pessoa é responsável por criar roteiros e questionários para os clientes durante os testes no dia 4.

CUSTOMER EXPERT
Claro que você não pode interagir com seus clientes diariamente, então, um representante do cliente é de grande ajuda quando se trata de entender os problemas precisos que seus clientes enfrentam. Exemplos: Pesquisador, Vendas, Suporte ao Cliente.

ESPECIALISTA EM DESIGN (UX)
Um designer pode fazer com que as ideias pareçam boas e se destaquem o suficiente para convencer a todos de seu potencial.

ESPECIALISTA EM MARKETING
Alguém que cria mensagens de organização ou produto e pode determinar se a solução tem valor de mercado. Exemplos: Chef Marketing Officer (CMO), Marketer, Community Manager.

Além dessa equipe principal, você pode nomear especialistas adicionais para uma breve visita para obter uma visão mais ampla do escopo do problema e criar soluções significativas. Junto a isso, é sempre benéfico ter aquela pessoa que traga provocações e que possa desafiar construtivamente a equipe.

 

Quais são as Etapas do Design Sprint?

 

Todo o processo de Design Sprint é realizado em 4 dias consecutivos, de Segunda a Quinta-feira, das 10h às 17h. Cada dia tem um objetivo único que precisa ser alcançado para manter as coisas na direção certa.

 

DIA 1 – Segunda: MAPA & DESENHO DO PROBLEMA E SOLUÇÕES

O primeiro dia do Sprint dá as boas-vindas a todos os membros da equipe para que unidos e focados possam identificar o problema a ser resolvido, bem como as possíveis soluções.

1) PERGUNTE AOS ESPECIALISTAS
O primeiro passo na segunda-feira de manhã é entrevistar os “especialistas”, ou tomadores de decisão e líderes de equipe em sua organização para obter sua visão sobre o problema que precisa ser resolvido. Você deve fazer 4 perguntas:

  • Qual é o seu produto?
  • Qual é o problema que seu produto está tentando resolver?
  • Quem está usando o produto atualmente e quem queremos que use o produto?
  • Se não houvesse nenhum problema, como seria o produto ideal daqui a dois anos?

Durante essas entrevistas, todos os membros da equipe de Sprint fazem anotações e apresentam perguntas “Como podemos” para ajudar a chegar ao cerne do problema.

2) DEFINA SEU OBJETIVO DE LONGO PRAZO
Seja otimista. Pergunte a si mesmo: onde você vê o produto 6 meses, 12 meses ou 2 anos depois? Por que você está fazendo esse projeto? Como você vai medir o sucesso?

3) DEFINA A PERGUNTA DO SPRINT
Defina a pergunta orientadora para a qual você precisa de respostas neste Sprint: Como poderíamos falhar? Reformule medos e suposições em perguntas para transformar incerteza em curiosidade.

4) FAÇA UM MAPA
Use a metodologia de Engenharia Reversa para desconstruir o desafio e chegar à sua causa raiz. Desenhe um mapa da jornada do cliente listando atores e resultados no quadro branco e avalie a experiência do usuário em todas as etapas.

5) DEMONSTRAÇÃO RELÂMPAGO (LIGHTENING DEMO)
Explore e liste produtos e serviços para revisar e se inspirar. Veja ótimas soluções de várias empresas, incluindo a sua. Tudo o que você precisa fazer é encontrar aquele que se adapta ao seu propósito. Uma de cada vez, cada pessoa dá uma demonstração de sua solução favorita.

6) ESBOÇO DE 4 PASSOS
Permita que cada membro tome notas das demonstrações relâmpago, anote algumas ideias e, em seguida, comece a esboçar um fluxo da possível solução. Use a técnica do Crazy 8: cada membro esboça 8 variações de sua melhor ideia, levando um minuto por variação. Em seguida, crie um storyboard pensado e fácil de entender, desenhando em uma folha de papel de 3 painéis.

 

DIA 2 – Terça: DECISÃO & STORYBOARD

1) DECIDIR
Apresente esboços de soluções e escolha os vencedores usando estas 5 atividades:

  • Museu de Arte – Exiba todos os esboços do dia anterior na parede e permita que os membros da equipe passem silenciosamente e revisem todos eles, primeira coisa de manhã.
  • Mapa de Calor – Cada membro da equipe recebe pontos adesivos ilimitados e se move pela sala votando em sua solução favorita (ou parte de uma solução) colocando um ponto nela. Isso cria um “Mapa de Calor” das ideias mais populares.
  • Críticas Rápidas – O decisor lidera uma discussão sobre as mais populares soluções para capturar ideias de destaque.
  • Enquete – Os membros da equipe dão seu voto final não vinculativo colando um adesivo de ponto grande em sua solução favorita.
  • Super Voto – O decisor toma a decisão final e escolhe a solução para prototipar.

2) STORYBOARD
Inicie o storyboard da(s) solução(ões) escolhida(s) para começar a dar vida a ela(s). Pense em como os clientes encontram produtos ou serviços. Inclua detalhes suficientes para ajudar o protótipo da equipe.

Fluxo / Jornada (Storyboarding 2.0 Hack) – Mapeie o fluxo de teste do usuário antes de iniciar o storyboard. Cada pessoa mapeia a jornada do usuário em 6 etapas. Essa atividade mantém a equipe focada no produto e encurta o processo de storyboard.

 

DIA 3 – Quarta: PROTÓTIPO

Neste dia, você criará um protótipo da solução que poderá testar com seus usuários. Construir um protótipo em um único dia parece irreal, mas lembre-se: “você tem que fingir até conseguir”. Você só precisa construir um produto mínimo viável (MVP) que lhe permita obter feedback de usuários reais. Parece loucura, mas não é, e aqui está como você pode conseguir isso:

1) QUALQUER COISA PODE SER PROTOTIPADA:
Comece a quarta-feira com uma mentalidade de prototipagem e otimismo de que existe uma maneira de prototipar e testar sua solução.

2) QUALIDADE DOS CACHINHOS DOURADOS:
Crie um protótipo com qualidade suficiente para evocar reações honestas dos clientes. Deve ser o mais real possível, mantendo uma linha do tempo de um dia. Se a qualidade for baixa, as pessoas não acreditarão que o protótipo é um produto real. Se a qualidade for muito alta, você trabalhará dia e noite tentando terminá-lo. Você precisa da qualidade Cachinhos Dourados. Nem muito alto, nem muito baixo, mas na medida certa.

3) ESCOLHA A FERRAMENTA DE PROTOTIPAGEM CERTA:
Ferramentas que são básicas, rápidas e flexíveis e ajudam você a criar um protótipo de baixa fidelidade. Exemplos: ferramentas de design rápido, PowerPoint, Keynote, InDesign, Figma e até ferramentas colaborativas como Miro.

4) DIVIDIR E CONQUISTAR:
Divida o storyboard em cenas menores e atribua cada uma a diferentes membros da equipe. Exemplos: Designers e Engenheiros, Escritor, Coletor de Ativos, Entrevistador.

5) COLOQUE TUDO JUNTO:
Quando todos terminarem sua peça, reúna tudo e certifique-se de que faz sentido quando montado.

6) CONDUZIR UM TESTE:
Encontre erros e corrija-os para chegar a um produto final. Certifique-se de que o Entrevistador e o Decisor o vejam. Verifique novamente com o storyboard para garantir que tudo tenha entrado no protótipo. Também é um bom momento para revisitar sua pergunta do Sprint e garantir que o protótipo o ajude a obter respostas.

 

PREPARE-SE PARA O TESTE DE QUINTA-FEIRA

1) ESCREVA O TEXTO DA ENTREVISTA:
O Entrevistador passa pelo protótipo e se prepara para o teste de quinta-feira escrevendo um roteiro e perguntas a serem feitas.

2) LEMBRE OS USUÁRIOS:
Entre em contato com os usuários novamente para lembrá-los de comparecer ao teste de quinta-feira. E-mail é bom, mas um telefonema é melhor.

3) RECOMPENSAS PARA USUÁRIOS:
Uma dica é comprar cartões-presente como forma de agradecimento aos usuários, ou brindes que façam sentido.

4) FAÇA O SEU LABORATÓRIO DE PESQUISA:

  • Reserve duas salas. Uma onde a equipe de Sprint assistirá ao vídeo da entrevista e uma segunda sala menor para entrevistas reais.
  • Hardware de configuração. Configure uma câmera para que você possa ver o cliente e suas reações. Configure iPads, iPhones e outros dispositivos nos quais o protótipo possa ser executado.
  • Configure o fluxo de vídeo. Use uma ferramenta de videoconferência para transmitir vídeo para a sala Sprint.

Importante: Não se apavore, seja criativo dentro do seu contexto.

 

DIA 4 – Quinta: TESTE

Você começou na segunda-feira com um grande desafio e uma equipe diversificada e, ao longo da semana, criou uma solução promissora e construiu um protótipo realístico. Aqui está você no último dia: é hora de testar e validar seu protótipo com usuários da vida real e aprender observando como eles reagem. Este teste faz todo o tempo e esforço que sua equipe colocou valer a pena. Mostre seu protótipo para 5 (no mínimo) usuários diferentes em 5 entrevistas individuais separadas.

1) DÊ AS BOAS-VINDAS AO USUÁRIO:
Seja amigável com ele ou ela e explique toda a agenda claramente.

2) APRESENTAÇÃO DO PROTÓTIPO:
Incentive o feedback honesto. Faça o usuário entender por que algumas coisas podem não funcionar como esperado. Deixe o usuário completar tarefas com o protótipo.

3) FAÇA PERGUNTAS ABERTAS:
Pergunte “Quem / O quê / Onde / Quando / Porquê / Como?”. Não faça perguntas de “sim ou não” ou de múltipla escolha.

4) FAÇA PERGUNTAS DE ACOMPANHAMENTO:
Para ajudar o usuário a pensar de forma inteligível. Seu objetivo é entender o que eles estão pensando enquanto interagem com isso. Enquanto isso, a equipe de Sprint observa a reação do usuário na outra sala.

5) RELATÓRIO:
Faça um resumo de sua experiência geral com o produto.

Agradeça-os no final.

 

QUINTA-FEIRA: ENCERRAMENTO
• Procure padrões baseados nas reações de cada usuário
• Revise seu Objetivo de Longo Prazo e compare com o padrão observado nas entrevistas.

 

Design Sprint e Lean Inception

 

Design Sprint e Lean Inception são dois workshops colaborativos que são frequentemente (incorretamente) usados ​​de forma intercambiável para ajudar uma equipe a se alinhar rapidamente sobre o desenvolvimento de um produto de sucesso. Na realidade, existem diferenças significativas entre esses dois métodos. Compreender essas diferenças é a chave para escolher o caminho que funcionará melhor para o seu contexto.

>> Clique aqui e confira 3 principais diferenças entre Design Sprint e Lean Inception.

 

Fontes: http://www.gv.com/sprint/; https://designsprintkit.withgoogle.com/; https://library.gv.com/sprint-week-monday-4bf0606b5c81.

 

 

*Profissional com mais de 20 anos de experiência; Formação Multidisciplinar em Artes, Design, Comunicação e Tecnologia; Atua como Gerente de Inovação e Estratégia Digital para a CI&T; É Docente de Pós Graduação da ESPM nos cursos de Reinvenção Digital e MBA de Gestão Estratégica em UX e da Puc Minas nos cursos de Business Agility & Digital Transformation, Agile Coach e UX & Agilidade; Trainer oficial da Caroli.org para os Treinamentos de Lean Inception, Product Backlog Building (PBB), Sprint a Sprint e FunRetrospectives; Projetou o template (Mural / Miro) da metodologia Lean Inception a convite do autor Paulo Caroli; Certificada em Design Sprint 2.0 pela AJ&Smart; Certificada em SAFe, tendo atuado em 16 PIs (Área de Educação e Instituições Financeiras), com alto conhecimento e experiência em aplicação e adaptações de frameworks ágeis; Já atuou em grandes transformações digitais desde a estratégia até a operação; Fundadora da Rethink.br, tecnologias interativas e imersivas para a Educação.

 

 

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A autora está organizando a criação da primeira turma do Treinamento Design Sprint junto à Caroli.org. Se você tem interesse no tema, entre no grupo de WhatsApp abaixo e nos ajude, junto às demais pessoas interessadas, a definir a data.

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